sexta-feira, 2 de julho de 2010

To be a Rock 'n' not to Roll


Quem disse que uma Pedra não pode refletir ouvindo boa música? Ao lado, uma ótima opção e bem coerente com a linha de pensamento que pretendo desenvolver aqui. Portanto, o que está esperando? Aperte o "play" e continuemos nosso "diálogo".

Por vezes me perguntei, por que seria melhor ser uma pedra e não rolar? Peguemos, inicialmente, as vantagens de ser uma Pedra. Compacta e forte. Você, por acaso, já viu uma Pedra preocupada com contas no final do mês? Com seu relacionamento com outras Pedras? Com a forma que é vista perante à sociedade? Ou em palavras mais precisas, já viu uma Pedra anular sua própria personalidade para ser aceita e "amada" por outras? Bom, eu não.

Mas não nos limitemos a isso, vamos aos defeitos. Inertes e passivas a forças externas. Sim, nesse ponto parecem até com alguns humanos. Parecem? Sim, sou diferente. I like to roll, my Dear. Cada chute que recebo, me faz rodar, assimilar a poeira do trajeto, "crescer" devido essa incorporação. Enquanto o ser que me chuta, simplesmente, segue seu monótono percurso, sem ganhar ou perder nada. Eu, após rolar e rolar, paro no meio de outros caminhos, à espera de outros chutes.

4 comentários:

Rodrigo disse...

Dylan, nos pergunta:

How does it feel?
To be without a home?
Like a complete unknown?
Like a rolling stone?

Acredito que vc tenha a resposta....

Natiely disse...

Adorei a citação,
Obrigada pelo comment Primo.


natiellyborges.blogspot.com

Leandro disse...

Parabéns pela criatividade dinâmica Naty, ficou muito bom !

Natiely disse...

Brigada Leandro :)

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